Diagrama unifilar das bacias representadas
O diagrama abaixo representa a distribuição e o ordenamento das bacias hidrográficas conforme a categorização das anomalias de precipitação, pela metodologia proposta entre os dias 9 de setembro e 12 de agosto de 2026

Análise do Diagrama unifilar das bacias representadas
A análise do diagrama unifilar representa a distribuição e o ordenamento das bacias hidrográficas conforme a categorização das anomalias de precipitação para o período entre os dias 14 de julho e 12 de agosto de 2026. Nas nascentes andinas, anomalias negativas de precipitação concentraram-se na bacia do Rio Napo em condição de muito seco e no curso principal do Amazonas em território peruano em tendência a muito seco. A bacia do Ucayali foi categorizadas em condição de tendência a chuvoso. A bacia do Rio Marañon foi categorizada em condição de normalidade. O curso principal do Rio Solimões e as bacias dos rios Coari, Içá, Japurá e Tefé carcaterizadas em condição de deficit de precipitação, por apresentarem chuvas abaixo da climatologia, contrastaram com as bacias dos rios Javari e Jutaí com anomaliaas positivas de precipitação, já as bacias dos rios Juruá e Purus apresentaram chuvas próximas à climatologia do período. O Madeira e seus principais afluentes apresentaram chuvas acima da climatologia: bacia do Rio Aripuanã em condição de muito chuvoso, as bacias dos rios Aripuanã, Beni e Mamoré em condição de tendência a muito chuvoso, a bacia do Rio Juruá em condição de chuvoso e a bacia do Rio Madeira em condição de tendência a chuvoso. O Rio Guaporé foi caraterizado em condições de normalidade. As bacias hidrográficas dos rios Negro e Branco mantiveram a intensidade das anomalias negativas de precipitação, sendo categorizadas em condições de tendência a extremamente seco e extremamente seco, respectivamente. Na margem esquerda do Rio Amazonas em território brasileiro houve manutenção do predomínio de anomalias negativas de precipitação: bacias do nordeste do Amazonas e do noroeste do Pará em condição de tendência a extremamente seca enquanto aquelas localizadas no nordeste do Estado do Pará foram categorizadas em condição de muito seca. Na margem direita, as bacias do rios Iriri, Juruena, Teles Pires e Xingu registraram anomalias positivas de precipitação, embora importantes para a vegetação os volumes médios acumulados em 30 dias variaram entre 9 e 39 mm na área destas bacias, por outro lado as bacias dos rios Abacaxis e Curuá Una foram classificadas em tendência a seco e seco, respectivamente, com acumulados de precipitação entre 17 e 24 mm, alertando para escassez de chuvas nesta região. A bacia do Rio Tapajós apresentou chuvas próximas à climatologia do período. O curso principal do Amazonas em território brasileiro apresentou chuvas abaixo da climatologia, categorizado em condição de tendência a muito seco. Anomalias negativas de precipitação avançam no sentido norte-sul da bacia, indicando a intensificação das condições de seca nos afluentes da margem esquerda da bacia Amazonica desde a cordilheira até a foz do rio junto a ilha do Marajó, neste momento já se percebe o avanço da seca na foz dos afluentes da margem direita em território brasileiro.